A Black Friday já é um dos eventos mais aguardados do ano, tanto pelos consumidores quanto pelas empresas. Em 2024, as expectativas não são diferentes. Esse momento traz grandes oportunidades de crescimento, mas exige planejamento estratégico para que as ações realmente entreguem resultados. Será que sua empresa está preparada para aproveitar ao máximo essa data?
A tomada de decisão em uma empresa pode facilitar processos, melhorar o clima no ambiente, reduzir despesas. É uma tarefa comum, especialmente para gestores, independentemente da área dentro da organização. Confira a seguir como tomar uma atitude com mais segurança e menos complicação.
Posicionar uma marca não é uma tarefa fácil, de fato, muitos empresários nem se quer sabem a importância de posicionamento de marca, mas a realidade é que essa estratégia é um fator importantíssimo para a longevidade de uma empresa, e, ao contrário do que muitos autores dizem, não é um luxo só para grandes corporações, mas sim para toda marca que quer ter bom relacionamento com seu público.
Não é incomum associarmos um certo estilo de linguagem à uma marca, quando pensamos em Netflix, por exemplo, já conseguimos imaginar aquele padrão mais despojado e brincalhão. Pois bem, essa não é uma percepção aleatória, muito pelo contrário, essa sensação de conseguir “ouvir” o jeito de uma marca falar é algo muito estratégico e pensado com muito cuidado, trata-se do tom de voz da marca.
O tom de voz da marca nada mais é do que a maneira estratégica de “fala” da marca, isso é, um estilo de linguagem verbal que a marca a dota a fim de conseguir melhor identificação com seu público consumidor além de servir como uma forte ferramenta na hora de transmitir o posicionamento da marca para o mercado.
O tom de voz da marca pode ter vários “níveis”, partindo desde um simples dialeto característico de uma empresa ao mais complexo personagem que uma marca pode vir a se tornar.
Embora no primeiro momento soe um pouco estranho, marcas têm personalidade. Então, quando uma empresa chega ao mercado de certo passou por um longo processo de construção e identificação das características humanas e psicológicas que gostaria de transmitir ao público. Atributos, claro, que “conversam” com a missão, os valores e os objetivos da organização.
Nessa construção, um dos ponto-chaves mora na compreensão e aplicação do arquétipo de marca. O conceito de arquétipo foi desenvolvido por Carl Jung, um dos mais importantes nomes da psicologia e psiquiatria no mundo. Em suas pesquisas ele identificou diferentes padrões ou modelos de comportamento, em consequência as impressões que as pessoas possuem a respeito de algo ou alguém. Mas foi no Livro "O Herói e o Fora da Lei" de Margaret Mark e Carol S. Pearson e na obra "O Herói de Mil Faces” de Joseph Campbell que os 12 arquétipos se tornaram algo mais comum e acessível e passaram a ser uma ferramenta importante dos profissionais de Marketing, Design Gráfico e Branding. Mas, afinal como isso pode contribuir para a sua marca? É o que mostraremos a seguir e por convidamos você a continuar a leitura!
Em um primeiro momento você pode até achar estranho falarmos em personalidade de marca. Afinal essa palavra expressa um conjunto de características marcantes de uma pessoa e não de uma empresa, certo?! Pois é, o conceito abrange justamente os elementos que vão proporcionar a identificação do público com a marca.
Uma empresa é feita por pessoas e por isso mesmo a importância de humanizar a comunicação. Atributos como criatividade, senso de humor, honestidade e persistência são exemplos de características que podem ajudar a construir o discurso e a linguagem da marca. Então, a seguir vamos aprofundar o tema e convidamos você a continuar conosco.